Juliana Moreno - Fisioterapia / Uroginecologia / Saúde da Mulher

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Sobre

FISIOTERAPIA PÉLVICA

É a área da Fisioterapia que trabalha com prevenção e reabilitação de disfunções relacionadas ao assoalho pélvico. Esse grupo muscular tem relevante participação no mecanismo de controle urinário e fecal, assim como na sustentação dos órgãos pélvicos (como a bexiga, útero e reto), mas tem também grande importância em favorecer uma atividade sexual prazerosa.

 

GESTAÇÃO, PARTO E PÓS-PARTO

Durante a gestação, ocorrem diversas alterações fisiológicas para acomodar o bebê, ao longo dos meses até seu nascimento: na futura mamãe, há alterações respiratórias, circulatórias, gastrointestinais e hormonais, que provocam uma verdadeira revolução no organismo da mulher! E então, com o grande e progressivo aumento do volume abdominal, acontece também uma enorme sobrecarga sobre os músculos do assoalho pélvico. Exercícios pélvicos bem orientados são fundamentais, nessa fase, para uma boa manutenção da força, resistência e elasticidade na região pélvica, prevenindo incontinência e constipação, além de facilitar a fase final do parto vaginal, chamada expulsiva. Durante o trabalho de parto, através de técnicas específicas, ajuda a gestante a diminuir as famosas dores das contrações.

 

INCONTINÊNCIA URINÁRIA

É qualquer perda involuntária de urina. Pode ser classificada em incontinência por ESFORÇO, quando está associada ao aumento súbito da pressão abdominal (por tosse, espirro ou atividade física, por exemplo); por URGÊNCIA, quando associada a um forte, repentino e incontrolável desejo de urinar); e MISTA, quando há a associação dos sintomas de esforço e de urgência. Acomete mais as mulheres, devido a fatores de risco próprios, principalmente o hipoestrogenismo (comum no climatério), múltiplas gestações e partos vaginais. Os homens também podem apresentar o quadro, principalmente após cirurgias urológicas de próstata, assim como as CRIANÇAS, com enurese noturna (“xixi na cama”) e disfunções do trato urinário inferior.

 

CONSTIPAÇÃO

Conhecida popularmente como “prisão de ventre”, pode ser beneficiada pela fisioterapia, quando a sua origem é de causa muscular pélvica.

 

INCONTINÊNCIA FECAL

É a perda involuntária de fezes ou flatos, sendo que a fisioterapia atua melhorando o tônus e a força da musculatura perineal, de modo a favorecer o funcionamento mais robusto do esfíncter anal e assim diminuindo as indesejadas e desconfortáveis perdas.

 

DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS

São quadros comuns e bastante frustrantes para a mulher, que dificultam ou mesmo impedem sua plenitude sexual, mas que, apesar da disponibilidade atual de tratamento, ainda não são abordados de forma ampla e adequada. Podem atingir qualquer fase do ciclo de resposta sexual: desejo, excitação, orgasmo e resolução. Existem basicamente três tipos, e nos quais a fisioterapia pélvica pode muito acrescentar. A ANORGASMIA (ou impossibilidade da mulher atingir o orgasmo) pode ocorrer simplesmente por haver incoordenação, fraqueza ou flacidez dos músculos pélvicos e o objetivo fisioterapêutico é de melhorar a consciência corporal e fortalecimento dessa região. A DISPAREUNIA consiste em haver dor durante o ato sexual propriamente, o que pode, entre outras causas, ser devido a tensão ou presença de pontos gatilhos nos músculos pélvicos, e o objetivo aqui então seria melhorar a flexibilidade e normalizar o tônus muscular local. O VAGINISMO é uma disfunção onde ocorre contração involuntária dos músculos pélvicos, impedindo a penetração vaginal durante o ato sexual, sendo necessário trabalhar a dessensibilização local e a consciência corporal da mulher, para o sucesso da terapia.

 

DISFUNÇÃO ERÉTIL

No homem, o papel conservador do tratamento fisioterapêutico tem se demostrado significativo e promissor. Existem ainda poucos estudos acerca da eletroestimulação peniana, mas a reabilitação perineal masculina procura aumentar a irrigação sanguínea nesta região, estimulando a ocorrência de neovascularização local (formação de vasos sanguíneos), favorecendo a irrigação sanguínea do pênis, e consequentemente, a qualidade das ereções.

 

RECURSOS FISIOTERAPÊUTICOS

CINESIOTERAPIA: Exercícios para ganho ou melhora da força e resistência muscular. Pode-se utilizar a terapia manual para potencializar esses ganhos, assim como também para auxiliar no relaxamento das fibras musculares envolvidas.

ELETROESTIMULAÇÃO: Estímulo através de corrente elétrica de baixa intensidade, para fortalecer e tonificar os músculos pélvicos, assim como melhorar a própria consciência corporal direcionada ao assoalho pélvico. A neuromodulação ajuda a regular o funcionamento da bexiga, inibindo contrações excessivas e involuntárias, minimizando sintomas de urgência e ajustando as idas ao banheiro.

BIOFEEDBACK: Técnica que demonstra ao paciente sua atividade muscular, de forma gráfica, através de aparelho específico, sendo adjuvante no trabalho fisioterapêutico, tanto para relaxamento como para ganho de força.

PREVINI UNIT: Promove flexibilidade perineal, modulação de tônus, relaxamento e fortalecimento perineal, além de propriocepção, funcionando como um treinamento prévio ao parto, de forma preventiva.

Outros recursos fisioterapêuticos podem também ser de valia, como a ginástica hipopressiva, que tonifica tanto a musculatura abdominal quanto do assoalho pélvico.

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