Como sua empresa define se aprova ou não uma venda de crédito?

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Como sua empresa define se aprova ou não uma venda de crédito?

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Um dos grandes desafios na gestão de pequenos negócios no Brasil é a obtenção de crédito, especialmente para capital de giro. De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae em 2017, 82% dos pequenos empresários entrevistados que procuraram instituições financeiras enfrentaram dificuldade para obter empréstimos, sendo que 43% apontaram as elevadas taxas de juros como o principal obstáculo.

Ao menos parte da explicação para as altas taxas de juros está no maior risco do segmento: segundo dados de agosto do Banco Central, a taxa de inadimplência das micro, pequenas e médias empresas estava em 5,3%, contra apenas 1% no caso as grandes companhias. Quando são consideradas apenas microempresas e microempreendedores individuais, o índice de março (último disponível) superava os 10%.

Diante do alto índice de inadimplência no país, que já atinge 61 milhões de brasileiros, você também encontra barreiras e tem dúvidas na hora de aprovar vendas de crédito de seus clientes, não é mesmo? Sei que a crise está batendo à porta de sua empresa e a necessidade em vender é grande. Mas é bom controlar sua ansiedade. Pense que você pode vender e não receber.

Para evitar riscos, o primeiro passo é dar atenção especial ao cadastro do seu cliente. Pegue todos os dados possíveis da empresa (nome do responsável, endereço, telefone, número de CNPJ e email). Numa análise de crédito, estes dados vão te ajudar a cruzar informações importantes sobre seu cliente.

Outro recurso muito apropriado para liberação de venda de crédito é a consulta de score, aquela pontuação que mostra se a empresa é classificada como boa ou má pagadora. E score não tem nada a ver com faturamento. Quanto mais alto, melhor pagador seu cliente é. Bancos, lojas e outras empresas utilizam sistemas como o da Boa Vista SCPC, através de consultas de CNPJ, para saberem a pontuação e toda a movimentação financeira e bancária dos clientes. Aí fica mais fácil decidir pela aprovação ou não do crédito.

Sabemos que a crise econômica que assolou o Brasil nos últimos anos resultou em elevados índices de inadimplência e gerou altos números de pedidos de falências e recuperações judiciais para empresas de todos os portes. E seu cliente não está livre destas circunstâncias ruins. Ele pode até não premeditar em te dar um golpe, mas isso pode acontecer, sim. Inclusive com seus clientes antigos e idôneos.

E como descobrir se houve alterações no comportamento financeiro de seu cliente? Fazendo monitoramentos. Se sua empresa tiver um sistema para acompanhar a movimentação deste cliente no mercado, você terá dados concretos e argumentos fortes para uma possível recusa do crédito.

Como fazer isso? Usando ferramentas disponíveis no mercado. Empresas como a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) oferecem soluções que contribuem significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, apoiando relações de consumo mais equilibradas.

A BVS oferece consultas como a Define, que aponta débitos no seu próprio negócio ou a outros créditos. Permite uma melhor análise para você conceder e definir limites de crédito de modo seguro, de acordo com o perfil dos seus clientes. Com um clique é possível saber se ele está apto a pagar ou não. A ferramenta também te envia alertas sobre empresas com alta probabilidade de se tornarem devedoras, ajudando a evitar perdas e fraudes.

Ok, você vai falar que a crise está grande, que o fluxo de caixa está baixo e não tem dinheiro para investir em consultas. Tenho que te dizer que reduzir custos em um serviço que custa pouco mais de R$ 10 não é uma boa ideia. Ao contrário, esta é uma economia nociva ao seu negócio. O que você prefere: manter o baixo custo da consulta e evitar possíveis golpes ou ficar sob o risco de levar um calote de R$ 1 mil, R$ 5 mil ou até mais de um cliente?

E mesmo que a consulta oriente você para a concessão de crédito, não facilite. Tenha garantias em contrato, com regras claras e condições de pagamento, inclusive com as observações sobre as consequências em casos de atrasos, como juros e multas. Com isso em mãos é mais fácil negociar a dívida caso seu cliente não pague em dia.
Pense bem. Para manter a boa saúde do seu negócio, é melhor cuidar da análise de crédito e economizar em cobranças futuras.


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