Conheça a História do CCVH que oferece Atividades Gratuitas em Jundiaí!

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Conheça a História do CCVH que oferece Atividades Gratuitas em Jundiaí!

Publicado em: 08/06/2018 às 10:00   Por Solutudo Jundiaí
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Você que é morador da Vila Hortolândia ou regiões próximas, deve conhecer ou já ouviu falar do CCVH! E se ainda não conhece, aqui está uma oportunidade de conhecer esse local que ajuda a população da cidade oferecendo diversas atividades gratuitas e abertas a todos!

 

O Centro Comunitário Vila Hortolândia é uma Organização da Sociedade Civil (OSC), sem fins lucrativos, que oferece atividades de educação, esporte e lazer para a população de Jundiaí! O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo é feito de acordo com a política da assistência social e dentre as atividades ofertadas eles têm zumba, karatê, capoeira, reiki, ballet infantil, decoração floral, atendimento psicológico, reforço escolar, dança do ventre, dança de salão, yoga, empoderamento feminino e o grupo da melhor idade, todas essas atividades acontecem regularmente em dias e horários específicos e você pode conferir os detalhes em nossa área de eventos: https://goo.gl/y7cLCZ

 

Existe também possui um projeto de economia solidária, a Padaria artesanal, em que as mulheres da comunidade, que tem um perfil e vocação para fazer pães, entram nesse projeto e o que é vendido é dividido entre elas. O CCVH libera o espaço e todo o equipamento para produzirem, e do lucro elas tiram os gastos para a compra de mais matéria-prima e produzir novamente. Além disso possuem algumas atividades pontuais como assembleias populares sobre temáticas que estão em alta, como Reforma da Previdência, Segurança Pública, Escola Sem Partido, etc., e quando há uma temática que está muito recorrente e de relevância eles procuram alguém da área, um que defende e outro que se opõe, para fazer um debate que gere reflexão.

 

Pessoas de qualquer bairro podem participar das atividades semanais, basta ligar para confirmar disponibilidade de vagas, se inscrever e verificar se surgiram novidades ou houve mudanças!

 

Toda a história do Centro começou em 1969, quando o Padre Júlio Mazon e os paroquianos do bairro da Vila Hortolândia viram a necessidade de um trabalho social no bairro que priorizasse o atendimento da população em situação vulnerável, pois o bairro nessa época era perigoso. Realizado dentro da paróquia, o foco inicial do trabalho era a promoção de cursos operacionais, construção civil e fabricação de alimentos para vendas. Em 1975, fundou-se a Creche Ternura e Coragem e em 1988 foi construído o salão de convivência usado até hoje. A partir dos anos 90 a creche passou a fazer parte dos projetos do Centro Comunitário e em 2014 ela passou a contar com a parceria de uma escola privada. Cerca de 145 crianças de 2 a 6 anos estudam atualmente na creche. E foi a partir de 2016 que as suas novas atividades e cursos começaram, quando foi formada uma nova diretoria e o CCVH desvinculou-se da igreja.

 

O CCVH é referência regional na promoção de projetos chamados de Portas Abertas, eles englobam as áreas de Assistência Social, Cultura, Esporte, Lazer, Qualidade de Vida e Cidadania. Todas as ações possuem como foco a superação das desigualdades sociais, do isolamento de convívio e do sofrimento psicossocial. Eles estão sempre em busca de parcerias, “A gente busca doação, faz contato com lojas... a gente corre atrás! Nós também temos um setor de telemarketing, composto por 4 voluntários que buscam por doações e tentam vender as rifas.”

 

O Centro sobrevive de recursos próprios sem financiamento governamental. As fontes vem dos shows de prêmios, bazar, rifas e doações, “Às vezes a gente ganha alimentos, daí a gente doa pra creche. E tem pessoas que fazem atividades e voluntariamente doam alguma coisa”, nos contou a Assistente Social Fernanda Rischiotto. Tudo que eles ganham é revertido para manter o local e alguns professores que são remunerados, pois é muito difícil conseguir 100% de voluntariado. Eles também pedem o apoio da Nota Fiscal Paulista, e estão tentando fazer uma parceria de troco solidário com uma empresa da cidade.

 

Ao conversarmos com a Fernanda Rischiotto, ela destacou “Nosso apelo é de proteção social básica, não fazemos caridade, é política pública! Nós queremos promover a pessoa, fazer com que ela saia e supere aquela situação que ela vive.” Um dos meios de superação que o centro oferece pra promoção de renda é o curso de manicure e pedicure, a padaria artesanal e workshop de bijuteria, “A hora que as pessoas saírem daqui, elas podem produzir para vender, tudo depende muito da pessoa, mas a gente tenta fazer essa ponte.”

 

Possuem em média 30 voluntários, “Voluntários são sempre bem-vindos, se quiserem trazer algum curso também... O voluntariado, além de contribuir para as outras pessoas, também contribui pra ele mesmo, é uma troca, ele aprende muito, cresce muito, às vezes tem pessoas que estão começando naquela área e querem se aperfeiçoar, e é uma oportunidade!”

 

Houve alguns parceiros que ajudaram algumas vezes com prendas para o show de prêmios, ônibus para passeio com os idosos, com o projeto de reforma, e eles os ajudam divulgando com cartões e no site, porém ainda não possuem nenhum parceiro fixo. Pretendem reformar o espaço, pois é antigo, “Queremos dar vida para o espaço, dar um ar mais alegre, reformar o banheiro colocando acessibilidade.” O projeto já foi feito, mas estão buscando parcerias para ajudarem nas obras.

 

É importante enfatizar que eles não possuem cunho político ou religioso, “A ruptura com a igreja é um processo, ainda está sendo digerido pelas pessoas da comunidade, nós respeitamos toda a história do centro, mas a gente não perde o foco que é a política de assistências social, que não pode ter cunho político ou religioso.”

 

O serviço de convivência não tem férias, e no geral, vai bastante gente fazer as aulas, é aberto para quando você quiser vir, pois a maioria das oficinas não são sequenciais! Com o grupo da melhor idade, que acontece as quartas, é feito uma programação para cada encontro, com show de prêmios, confraternização, eles tentam trazer um palestrante ou fazer um passeio também. O grupo é composto por 64 idosos, sendo que 60 são mulheres. “Mês passado nós fomos no parque da cidade que muitos deles não conheciam, onde fizeram piquenique e atividades físicas.” Eles procuram ser bem dinâmicos nessas atividades e estão em procura de voluntários para ensinar os idosos a usar o smartphone, pois muitos deles gostariam de aprender, mas não sabem utilizar.

 

Todo tipo de ajuda é válido pra eles! Eles sempre pedem doação de prendas para o show de prêmios, perfume, cesta básica, tudo que é doado será bem utilizado de alguma forma. Estão atrás de um professor voluntário de artesanato, para pintura de tecido e bordado, “Nós ganhamos alguns materiais, mas estão parados.”

 

Eles deixaram uma mensagem para vocês “Gostaríamos de agradecer a todos que acreditam em nosso trabalho! Venham conhecer de perto, porque quando você divulga é uma coisa, mas quando você chega e vê acontecendo é outra coisa! Quem tiver dúvida, venha participar de alguma atividade, para sentir como é, ver o ambiente... O nosso apelo hoje é o serviço de convivência, às vezes as pessoas não tem conhecimento do que é esse serviço, da importância que ele tem na sociedade, a gente trabalha a proteção social básica, a prevenção e superação! Alguns de fora podem pensar 'o que é fazer uma atividade?', pensam que as atividades acontecem por ela só, que o objetivo é a atividade, mas não é. Quando a gente trabalha a questão social, tem um objetivo de acontecer aquela atividade, para aquela pessoa sair da situação de isolamento, aquela senhora ou família que é alienada ter uma oportunidade de vir aqui e ser ela, trabalhar na padaria artesanal e ter a possibilidade de se tornar uma pessoa autônoma... Então tem vários fatores que são nossos maiores objetivos e não apenas a atividade em si. A questão social vai além disso, é a questão da convivência, das amizades, da troca de experiências, tem grupo que tem desde criança até gente mais idosa, é um trabalho intergeracional!”

 

O espaço está de portas abertas para todos que querem propor, ajudar e participar das atividades!

Se você quiser ajudá-los ou conhecer mais sobre seus projetos acesse o site: www.ccvh.com.br/!

 

O CCVH fica na Rua Dr. Amadeu Sacchi, nº 400 - Vila Hortolândia!

Mais informações ligue: (11) 4582-7890!

Veja algumas imagens do local!

 *Fotos By Wagner Silva Fotografias.


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