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Conversa inicial sem custo. Antes de iniciar a terapia infantil, a Revitaliz conversa com os pais ou responsáveis para compreender o que tem preocupado, em quais situações as dificuldades aparecem e como elas afetam a rotina da criança e da família.
A partir desse primeiro contato, indicamos um psicólogo considerando a idade, os interesses, a rotina, a forma de interação e as necessidades da criança.
Se ela não se sentir à vontade com o primeiro profissional, poderá conhecer outros psicólogos da equipe, também sem custo, até encontrar alguém com quem consiga construir vínculo e seguir o acompanhamento.
Terapia infantil para compreender comportamentos no contexto
A terapia infantil ajuda a compreender como as dificuldades aparecem na rotina, nas relações, nas brincadeiras e na escola. O mesmo comportamento pode acontecer por motivos diferentes, por isso o acompanhamento não parte apenas daquilo que a criança faz.
O psicólogo observa em quais situações o comportamento aparece, o que costuma acontecer antes e depois e quais efeitos ele produz para a criança e para as pessoas ao redor.
A partir dessa compreensão, são definidos objetivos e estratégias compatíveis com a idade, o desenvolvimento, os interesses e a realidade de cada família.
O objetivo da terapia não é simplesmente fazer a criança obedecer mais. O trabalho busca desenvolver habilidades que façam diferença no cotidiano e ajudem a criança e sua família a lidar melhor com as dificuldades apresentadas.
Quando procurar terapia infantil
Nem toda mudança de comportamento significa que existe um problema. Pode ser importante buscar uma avaliação quando as dificuldades se repetem, aumentam de intensidade ou começam a interferir na rotina, nas relações, na escola ou na autonomia da criança.
A terapia infantil pode ajudar em situações como:
- Preocupações frequentes e necessidade constante de confirmação dos adultos
- Medos intensos ou evitação de lugares, atividades e situações
- Ansiedade diante de mudanças, avaliações ou acontecimentos futuros
- Dificuldade para ficar longe dos pais ou responsáveis
- Insegurança para tentar atividades sem ajuda
- Choro, gritos ou discussões frequentes diante de limites
- Dificuldade para esperar, perder, errar ou encerrar uma atividade
- Irritabilidade, agressividade ou explosões emocionais
- Tristeza, retraimento ou redução do interesse por brincadeiras
- Desatenção, esquecimento e dificuldade para concluir tarefas
- Problemas para seguir instruções ou organizar materiais
- Dificuldade para brincar, esperar a vez ou lidar com conflitos
- Problemas de adaptação ou mudanças de comportamento na escola
- Luto, separação dos pais, mudança de casa ou outras alterações importantes na rotina
Esses comportamentos não indicam, isoladamente, um diagnóstico. É necessário considerar a frequência, a intensidade, o contexto e o impacto que produzem na vida da criança.
O que pode ser desenvolvido na terapia infantil
- Compreensão das emoções: reconhecer e comunicar melhor aquilo que sente.
- Tolerância à frustração: aprender a lidar com espera, limites, erros e mudanças de planos.
- Autonomia: participar de tarefas e enfrentar situações com menos dependência dos adultos.
- Comunicação: expressar necessidades, desconfortos e pedidos de maneira mais clara.
- Habilidades sociais: entrar em brincadeiras, compartilhar, esperar a vez e resolver conflitos.
- Enfrentamento de medos: aproximar-se gradualmente de situações evitadas com estratégias adequadas.
- Organização: seguir instruções, iniciar atividades e concluir tarefas do cotidiano.
- Resolução de problemas: experimentar novas formas de responder diante de dificuldades.
- Regulação emocional: ampliar recursos para lidar com ansiedade, raiva, tristeza e outras emoções intensas.
Como funciona a terapia infantil
1. Conversa inicial com os responsáveis
Os pais ou responsáveis apresentam o motivo da procura, a rotina da criança, as situações que têm gerado preocupação e aquilo que já foi tentado pela família.
2. Indicação do psicólogo
A equipe considera idade, interesses, forma de comunicação, necessidades e características da demanda para indicar um profissional com experiência adequada.
3. Construção de vínculo
Nos primeiros encontros, a criança conhece o psicólogo e o espaço. O profissional começa a observar como ela interage, brinca, se comunica e responde às atividades propostas.
A criança não precisa chegar sabendo explicar o que sente ou por que está ali. A confiança e a participação podem ser construídas aos poucos.
4. Definição dos objetivos
As informações trazidas pela família e aquilo que aparece nos primeiros encontros ajudam a definir quais situações precisam de atenção e quais habilidades podem ser desenvolvidas.
5. Desenvolvimento de habilidades
Conversas, brincadeiras, jogos, desenhos, histórias e outras atividades podem ser utilizados para compreender situações, praticar habilidades e experimentar novas formas de agir.
6. Acompanhamento das mudanças
A evolução é observada também fora das sessões. Mudanças na rotina, nas relações e na frequência ou intensidade dos comportamentos ajudam a avaliar o processo e ajustar os objetivos.
Brincadeiras e jogos com objetivos terapêuticos
Na terapia infantil, brincar pode fazer parte do acompanhamento, mas não é utilizado apenas para ocupar o tempo ou entreter a criança.
Jogos, desenhos, histórias e brincadeiras podem ajudar o psicólogo a:
- Construir vínculo com a criança
- Observar comportamentos em situações mais concretas
- Facilitar a comunicação de experiências e emoções
- Criar oportunidades para ensinar e praticar habilidades
- Trabalhar espera, regras, frustração, atenção e resolução de problemas
- Representar situações que acontecem em casa, na escola ou nas relações
O recurso é escolhido a partir do objetivo clínico. Uma mesma brincadeira pode ser utilizada de maneiras diferentes de acordo com as necessidades de cada criança.
Participação da família e da escola
Pais e responsáveis têm informações importantes sobre situações que dificilmente apareceriam apenas dentro do consultório. Por isso, podem participar de conversas de orientação, definição de objetivos e acompanhamento dos resultados.
Quando necessário, o psicólogo ajuda a família a organizar estratégias para o cotidiano, tornar combinados mais claros e criar oportunidades para a criança praticar novas habilidades fora das sessões.
Com as autorizações adequadas e quando isso contribui para o cuidado, o acompanhamento também pode incluir contato com a escola, pediatra, psiquiatra, fonoaudiólogo ou outros profissionais.
Atendimento presencial e online
A Revitaliz oferece terapia infantil presencialmente em São Bernardo do Campo e na Vila Mariana, em São Paulo, além de atendimento online para todo o Brasil.
Um acompanhamento individualizado, com participação da família e recursos adequados à idade, para compreender comportamentos e desenvolver habilidades importantes para o dia a dia.
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