Entenda tudo sobre a doença de Parkinson

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Entenda tudo sobre a doença de Parkinson

Publicado em: 18/05/2021 às 14:49 Por Senes Life
Doença de parkinson

Entenda tudo sobre a doença de Parkinson

 

No dia 11 de abril é comemorado o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson. A data serve para trazer o alerta sobre as dificuldades enfrentadas tanto no cotidiano como durante o tratamento do indivíduo em questão. Mas, afinal, quais são os cuidados que devemos ter com uma pessoa com Parkinson?

O Parkinson se manifesta de diferentes formas nos pacientes, dificultando o entendimento e ajuda de familiares e amigos, impossibilitando, em alguns casos, um diagnóstico seguro. 

Exemplo dessa diferença de diagnóstico é que, diferentemente do que pensamos, existem pessoas com Parkinson que não possuem os populares tremores característicos da doença, como é o caso do músico Ozzy Osbourne.

Quer entender como o diagnóstico eficaz ajuda na qualidade de vida do paciente? Siga a leitura do nosso artigo!

O que é a doença de Parkinson?

Essa enfermidade é comumente associada aos tremores e à rigidez muscular, duas particularidades do Parkinson normalmente relatadas, que também estão presentes em outras patologias que ocasionam movimentos involuntários. 

No entanto, outros sintomas também são relatados como significativos para serem observados.

O Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais frequente no mundo, ficando atrás apenas do Alzheimer. Mesmo assim, as suas principais características ainda são desconhecidas por muitas pessoas. As mais relatadas e conhecidas são:

  • lentidão de movimentos; 
  • dificuldade para caminhar; 
  • falta de equilíbrio;
  • instabilidade de postura;
  • rigidez muscular; 
  • dores musculares;
  • perda progressiva das expressões faciais;
  • alterações na fala e na deglutição;
  • problemas em movimentos finos (escrita e segurar objetos); 
  • depressão;
  • tremores dos membros em repouso.

Como diagnosticar o Parkinson?

A forma mais comum de se chegar ao diagnóstico da doença de Parkinson é com uma análise do histórico do paciente, além de avaliação neurológica, que observa os seguintes sinais: 

  • lentidão de movimentos;
  • redução na capacidade de se movimentar; 
  • membros mais rígidos;
  • tremores e problemas na postura. 

Diferentemente do que as pessoas imaginam, os exames de imagem, como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada, raramente são solicitados, pois tipicamente não apresentam alterações.

Nesse processo de identificação da doença, o paciente acaba sofrendo muito, devido à dificuldade de entendimento desse processo. Especialistas relatam que isso vai desde o preconceito, passando pela falta de entendimento e suporte de familiares e amigos, e pelas passagens por muitos médicos e dificuldade em obter um diagnóstico seguro. 

Entendendo o tratamento da doença de Parkinson

O mais comum é que o tratamento evolua de acordo com o quadro apresentado pelo paciente. Em todos os casos, o mais indicado é que aconteça um acompanhamento multidisciplinar. 

Esse tratamento significa atuar nas mais diferentes frentes, como a psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, que podem somar na reabilitação – tanto física como mental – do indivíduo, além de ter um profissional de home care, que ajuda na execução das tarefas diárias. O objetivo é não só conter a progressão dos sintomas, mas devolver a capacidade funcional e a autonomia.

Em alguns casos, pode haver a recomendação de passar por procedimentos cirúrgicos. O mais eficiente hoje é a neuro estimulação cerebral profunda, desenvolvida pelo instituto inglês Deep Brain Stimulation, feita com o implante de eletrodos nas regiões do cérebro afetadas pela doença de Parkinson. 

Esse procedimento tem o propósito de modular estímulos em pontos cerebrais específicos, o que consegue normalizar ou reduzir bastante os tremores dos membros e a rigidez. Ele é considerado uma técnica minimamente invasiva.

Vale lembrar que a doença de Parkinson não possui uma prevenção específica, mas possui, sim, tratamento. Porém, especialistas ressaltam que manter uma boa alimentação, praticar atividades físicas e manter o convívio social, bem como evitar o consumo excessivo de álcool e tabaco, auxiliam na manutenção do sistema imunológico e tornam as funções neurológicas mais resistentes aos processos degenerativos.

Como cuidar do enfermo?

Em alguns casos, esse paciente precisa de auxílio de uma terceira pessoa, muito por problemas de baixa mobilidade e alto grau de dependência. Ter um cuidador especializado e profissional ajuda e muito a superar esse momento, tanto para o enfermo como para a família. 

 

A Senes entende que cuidar das pessoas é valorizar a vida integralmente. Para isso, temos profissionais capacitados, que supervisionam e prestam atendimento voltado ao bem-estar, saúde, higiene pessoal, além de todo o cuidado com a alimentação.  

Além disso, nos preocupamos com aspectos da educação, da cultura, do lazer e da recreação. Acreditamos que a beleza de viver com qualidade de vida é fundamental para a felicidade de todos. 

Entre em contato conosco para podermos ajudar no processo de melhora de qualidade de vida da pessoa que você tanto ama.


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