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por Fabiana Ribeiro Vieira

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Aeroclube de Tatuí

Aeroclube

O Aeroclube de Tatuí é uma Sociedade Civil Sem Fins Lucrativos, declarada Entidade de Utilidade Pública Federal pela Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986 - Código Brasileiro de Aeronáutica. Destina-se à prática e ao ensino das atividades ligadas ao voo, em especial o Voo em Planadores e é um dos maiores aeroclubes de voo a vela do país em número de aeronaves, bem como em número de pilotos formados ao longo de mais de três décadas de atividade ininterrupta. Instalado em sua sede própria situada no Aeródromo de Tatuí, possui na sua estrutura física um conjunto de cinco hangares, posto de abastecimento de AvGás, centro de tecnologia, casa de guarda-campo, alojamento coletivo, restaurante e uma sede social dotada de muito conforto para uso dos pilotos e dos seus familiares. O Aeroclube de Tatuí também se orgulha de possuir em seu parque de aeronaves alguns modelos de planadores que são considerados clássicos ou históricos, como o Neiva Monitor, o Specht, o Grunau Baby e o Olympia. É assim reconhecido pela sua tradição na preservação da memória aeronáutica. O parque de aeronaves do Aeroclube totaliza treze planadores, sendo seis biplaces e sete monoplaces, mais três aviões rebocadores e dois motoplanadores. Ao todo são dezoito aeronaves que permitem aos alunos e pilotos uma ótima diversidade de treinamentos em vários equipamentos No Brasil – 1934. Na década de 1930, o voo a vela se disseminou para outros locais na Alemanha, e para outros países. O voo à vela no Brasil também está ligado diretamente à Wasserkuppe. Em 1934 foi organizada uma expedição com um avião à motor e quatro planadores, que visitou o Brasil e a Argentina. A expedição era chefiada pelo Prof. Walter Georgii, um renomado meteorologista e diretor da DFS (Deutsche Forschungsanstalt für Segelflug – Instituto Alemão de Pesquisa sobre Voo à Vela). Os pilotos eram Peter Riedel, Hanna Reitsch, Heini Dittmar e Wolf Hirth. A equipe ainda contava com o coordenador científico Engenheiro Willhelm Harth e com o mecânico chefe/ meteorologista Richard Mihm. Os planadores trazidos foram um Condor (Dittmar), um Fafnir (Riedel), um Moazagotl (Hirth) e um Grunau Baby (Reitsch), além de um avião rebocador Messerschmitt M-23 (que foi pilotado por diversos pilotos, inclusive do Sindicato Condor, que mais tarde se tornaria a Cruzeiro do Sul). A expedição, vinda no navio Monte Pascoal (esta é a grafia correta), chegou ao Rio de Janeiro em 27 de Janeiro, mas devido à demora no desembaraço aduaneiro das aeronaves, as demonstrações só tiveram início no começo de fevereiro. Após visitar o Rio, a equipe deslocou-se para São Paulo, ficando baseada no Campo de Marte. De lá foram feitos vários voos locais e um até a região de Arujá. No dia 4 de março, Peter Riedel fez um voo de 130 km, pousando o seu Fafnir em Tatuí. Tradução do relato desse voo: "Peter Riedel voa 135 km no Brasil desconhecido. Peter Riedel decolou pela primeira vez às 10:15. Ele tinha a intenção de verificar as condições meteorológicas durante um voo de umas duas horas. Mas como as condições que encontrou estavam extremamente favoráveis, decidiu arriscar um voo de navegação mais longo. Pousou em seguida e discutiu com o professor Georgii sobre as alternativas para se resgatar o Fafnir após um voo cross-country bem sucedido. Pouco depois da uma hora da tarde ele decolou rebocado pelo comandante Wachsmuth do Sindicato Condor, encontrando térmicas tão boas sobre a cidade, que desligou com apenas 300m. Riedel contou mais tarde que conseguiu subir com 2 m/s até a base das nuvens,que estava a 1800 m de altura sobre a cidade de São Paulo e região. Ele se orientava pelas colunas de fumaça, pelas serras, pelos cursos dos rios e pelas linhas férreas, já que desconhecia o território. Pulava de nuvem em nuvem, ajudado pelos urubus, que como já em outros voos lhe prestavam bons serviços. O vento Leste favorável levava-o para oeste; planava em direção à Sorocaba, seguindo uma linha férrea. As 4 horas da tarde ainda não tínhamos nenhuma notícia de Riedel, o que nos deixou um pouco inquietos. Assim, o cmte. Wachsmuth decolou para um voo de busca, levando o prof. Georgii como observador; voaram também até Sorocaba mas não acharam sinais do Fafnir, retornando em seguida sem lograr resultado algum. Às 6 da tarde, para o nosso alívio, recebemos uma mensagem, dizendo que Riedel pousara com segurança em Tatuí (grafia antiga Tatuhy), a 125 km em linha reta do Campo de Marte. Naturalmente, nossa alegria foi muito grande. Durante este voo de distancia, que representou uma façanha extraordinária, face ao desconhecimento das condições de voo e da incerteza quanto às possibilidades de pouso fora, Peter Riedel conseguiu subir até uma altura de 2400 m sobre a região de Itu. Se não fosse o surgimento da brisa marítima* e se ele pudesse ter se voltado para o norte ao invés de para o sul, teria lhe sido possível - como ele contou mais tarde, vermelho como um caranguejo e queimado, durante uma palestra para os pilotos de planador paulistas na sociedade "Germania" - fazer um voo ainda mais longo.

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